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Qual é o impacto da inteligência artificial no emprego no mundo? É sobre isso que a gente vai falar nesse vídeo aqui no H Academy. Só para você ter uma ideia, né? Cada novo progresso tecnológico, a cada avanço, a cada modificação, a cada inovação, o debate sobre a automação, inteligência artificial e empregos, ele vai aumentando, vai ganhando novas formas.
E o conteúdo desse vídeo foi elaborado com base no relatório da Organização Mundial do Trabalho, chamado Inteligência Artificial e Trabalho, uma análise global dos potenciais efeitos na quantidade e na qualidade do emprego. Eu vou deixar o link para essa referência aqui nos comentários desse vídeo. E esse estudo foi publicado em agosto de 2023. Vai estar disponível para você acessar e aprofundar um pouco mais o seu entendimento sobre isso, tá?
Mas para a gente entender um pouco, quando a gente fala de história, o debate sobre a automação, nós estamos falando de inteligência artificial, estamos falando de automação, ele começa lá no início dos anos 1900, com a introdução da linha de montagem, aquela clássica imagem que deve estar aparecendo para você aí em algum lugar da sua tela de como eram as linhas de montagem no início dos tempos, né? Pois isso, a partir daí da década de 50, da década de 1960, a gente tem o começo, vamos chamar assim, dos primeiros grandes computadores, também chamados de mainframe. Basicamente, era um computador que ocupava o massála inteiro, um único computador. Só para a gente ter um paralelo, hoje nós temos o celular e a gente tem um computador no nosso bolso.
Essa é a quantidade do avanço, o tamanho e a complexidade do avanço da década de 50, até hoje de 2023. Só que enquanto esses avanços tecnológicos, lá da década de 1920, ou melhor no início do século 20, nos anos 1900, eles impactavam uma pequena parcela da sociedade, uma pequena parcela das pessoas que trabalhavam nas empresas, hoje com a inteligência artificial, essa discussão ela ganhou uma abrangência maior, porque novos e a novos empregos, novos segmentos de trabalho e uma quantidade maior de pessoas, ela vai ser impactada por essa nova ferramenta. Então, esse é o panorama histórico onde a gente está, mas o que é a inteligência artificial e especificamente eu vou falar aqui da inteligência artificial generativa, só para a gente entender o que se trata. A inteligência artificial generativa é um tipo de inteligência artificial que é capaz de gerar texto, gerar imagens ou outras medidas ou outras respostas a partir de uma solicitação de uma linguagem comum.
O exemplo mais comum que nós temos hoje é o chat GPT e o Google Bard do Google, né? Então, o que é a inteligência artificial generativa? Chat GPT, como o próprio nome diz, é um chat, ou seja, você envia uma mensagem e a ferramenta a inteligência artificial chat GPT, ela responde as suas mensagens com base no que ela conhece, no banco de dados que ela tem disponível, ou seja, ela vai gerando linguagens, gerando respostas a partir da sua interação via chat. Então, isso é a inteligência artificial generativa e é sobre ela que a gente vai...
ela, aliás, que o relatório analisou quando ele fala do impacto no trabalho, na quantidade do trabalho do mundo. Então, quando a gente fala de chat GPT, nós temos hoje, se não me enganelizar na versão 4, ele é uma das tecnologias emergentes de inteligência artificial que tem o maior potencial de transformar o mundo no trabalho. E não sei você, mas eu uso com muita frequência o chat GPT para me auxiliar numa série de tarefas que eu demoraria muito tempo para realizar. Então, já causa o impacto significativo no meio-dia e dia de trabalho.
E especialistas em tecnologia, quando a gente começa a falar de inteligência artificial, a tendência é que esses especialistas, eles superestimem, ou seja, eles acham que a tecnologia vai suplantar, substituir completamente, algumas capacidades humanas, ou na maioria das vezes, há uma tendência de achar que essa tecnologia vai simplesmente eliminar o componente humano de algumas tarefas. Talvez isso aconteça, não na velocidade que a gente imagina. Pelo menos é isso que eu acho. Isso é um axismo meu aqui na minha introdução.
Mas o ponto é esse. Para pensar, quanto de fato uma inteligência artificial vai substituir, como ela vai impactar, e o que a gente precisa fazer para estar preparado para esse mundo que está em constante mudança. O ponto aqui é que esse estudo, esse relatório da organização mundial do trabalho, ele não se concentra apenas na automação em cidas tarefas. Mas também, na forma como essa tecnologia pode aumentar as oportunidades de trabalho, como ela pode automatizar algumas tarefas dentro de uma determinada ocupação, e também como ela pode deixar tempo, liberar tempo para nós, para outros deveres, para outras atividades, ou mesmo fazer, o que a gente seja mais produtivo, seja capaz de fazer mais coisas no menor espaço de tempo.
De uma maneira super simples, eu vou precisar ser bem objetivo nesse vídeo, porque o relatório é bem extenso, por isso que eu deixei o link para você aqui na descrição. A gente vai abordar alguns pontos que me chamaram mais atenção. E o primeiro ponto aqui em países de baixa renda, ou seja, países pobres, cerca de 0,4% do emprego total, ele está potencialmente exposto aos efeitos da automação pelo inteligência artificial generativa. Muito provavelmente, esse baixo impacto da inteligência artificial nos trabalhos desses países mais pobres, tem uma relação com uma infraestrutura limitada, seja uma infraestrutura digital, uma infraestrutura tecnológica, ou mesmo acesso a essas ferramentas tecnológicas, como por exemplo, qualidade de internet, utilização, ou acesso a computadores, celulares que sejam capazes de utilizar essas ferramentas.
Na contrapartida, nós temos países com alta renda, ou seja, países desenvolvidos, a parcela da população que está potencialmente impactada pela inteligência artificial no trabalho sobe para 5,5%. Muito provavelmente, esse grande impacto tem a ver com o tipo de trabalho que é feito nesses países desenvolvidos, e obviamente também pela infraestrutura tecnológica disponível, que é bem maior, bem mais robusta, bem mais organizada e estruturado do que em países pobres, em países não desenvolvidos. E tem um gráfico interessante que eu vou usar para duas afirmações, num primeiro momento, a gente vai caminhar da esquerda para a direita, então nós temos aqui países de baixa renda, países pobres, que apresentam um total de 0,4% de impacto máximo da inteligência artificial generativa nesses próximos tempos. Já países de média, baixa ou média renda, o percentual de impacto aumenta para 1,3% de todos os trabalhos.
Já em países de média alta renda, esse impacto da inteligência artificial passa a ser de até, ou potencialmente, não é uma regra, é um potencial, pode acontecer, mas na média em 2,5% de todas as ocupações. Enquanto que em países de alta renda, ao high-end-cum, eles têm um impacto potencial de 5,5% nesse gráfico, nesse estudo da organização internacional do trabalho. Um ponto que eu quero chamar atenção aqui, e que a gente não vai conseguir olhar no detalhe, mas vale muito a pena você acessar o material, é que nessas barrinhas aqui, na legenda do lado, nós temos as potenciais áreas com maior impacto da inteligência artificial. Aqui a gente tem segurança, serviços financeiros, governo, secretárias de uma maneira geral, que inclusive são os pontos onde tem um maior impacto da inteligência artificial, ela vai desuptar, digamos assim, esse segmento, esses cargos de trabalho, então vale bastante a pena você dar uma olhadinha.
Então esse é um desenho, assim quando a gente fala de países a nível de mundo segmentados separados por renda baixa, média baixa, média alta e alta renda também. Só que tem um outro detalhe, que a gente vai olhar na sequência também, que é o impacto no emprego, por sexo, ele acaba sendo diferente, por sexo, ou seja, mais mulheres podem ser potencialmente afetadas pelo desenvolvimento, pela implicação, pela implementação da inteligência artificial e pela automação, em comparação com homens. Isso também se reflete nesse mesmo gráfico aqui. Se você estiver me assistindo ou me ouvindo, você pode assistir novamente ou depois o conteúdo, nós temos aqui o potencial impacto para mulheres que são esse quadradinho que é representado por essa cor laranja, enquanto que nós temos o potencial impacto de dar inteligência artificial no trabalho predominantemente realizado por homens, que é a cor azul.
E se a gente for olhar as barrinhas laranja aqui, elas são bem maiores, ou seja, as mulheres podem ser afetadas numa quantidade maior pela utilização, pelo desenvolvimento da inteligência artificial, ok? Então, o ponto aqui é que, obviamente, o impacto, pelo menos previsto, pela organização internacional do trabalho, ele é altamente diferenciado por sexo. Isso é isso, gere que qualquer transição tecnológica, ela precisa ser bem pensada, porque ela vai gerar diferentes impactos por sexo, ok? Então, o ponto aqui é que uma transição, como é o caso da revolução da inteligência artificial, se formar o gerenciada, ela pode prejudicar desproporcionalmente mulheres, enquanto que uma transição tecnológica bem gerenciada, como é o que está lá no relatório, pode criar oportunidades significativas em termos de empoderamento das mulheres.
Deve ser um dos achados bem interessantes aí quando a gente fala desse relatório do impacto da inteligência artificial no emprego no mundo, ok? Mas por que tem uma diferença de sexo aí no relatório, né? Bom, para a gente entender isso, e a gente vai conseguir entender ele parcialmente, né? Explicar parcialmente essa pergunta é que quando a gente vai olhar países de alta renda, os empregos com alto potencial de automação vão constituir cerca de 8,5% do total de empregos que são ocupados por mulheres, predominantemente por mulheres, ok?
Em comparação, isso nós temos aí 3,9% dos empregos majoritariamente ocupados por homem que podem ser impactados aí pela inteligência artificial. Esse dado está na página 34 do relatório, ok? E o que isso indica, você deve estar se perguntando? Bom, isso indica que em países mais ricos, as mulheres, elas estão mais concentradas em ocupações que são mais sucessíveis à automação, ok?
Com o seu, uma conclusão aí que o relatório chegou. Quando a gente vai olhar globalmente isso, nós estamos falando aí de cerca de 3,7% de todo o emprego feminino no mundo, ele está em empregos ou iniatividades que são potencialmente automatizáveis com o uso da inteligência artificial generativa, que é o foco da nossa conversa de hoje aqui. Já em comparação com os empregos predominantemente masculinos, nós temos aí cerca de 1,4% desses empregos que podem ser afetados pela utilização e pela automação da inteligência artificial. Esse dado está lá na página 37 do relatório, ok?
Mas, bom, legal, quais são os empregos que são potencialmente ou tradicionalmente, tem uma quantidade maior de mulheres e que tem um alto potencial aí de serem impactados por conta da automação da inteligência artificial? Eu separei alguns dados que estão lá no relatório, então a gente tem aqui mais joritariamente, isso não é uma regra, é mais joritariamente e é o que consta lá no relatório. Ocopações em escritórios como, por exemplo, cargos de secretárias, contabilistas, caixas de banco, segundo o relatório, só frem ou podem sofrer um impacto maior por conta do avanço da inteligência artificial, principalmente inteligência artificial generativa. Já a gente tem também outros cargos como, por exemplo, economia do cuidado, que são profissionais que trabalham na saúde, profissionais de educação e profissionais que atuam com cuidados de longo prazo, enfermeiros, técnicos de enfermagem, também podem ter um impacto significativo em comparação às demais funções, às demais ocupações por conta do uso da inteligência artificial generativa.
E pessoas, áreas ou cargos que atuam diretamente com o atendimento ao cliente, como, por exemplo, calcênters, podem também sofrer um impacto significativo. Se a gente for parar para pensar, essas ocupações e esses cargos, educação, cuidados de longo prazo, calcênter, secretário, contabilista e caixa, mais joritariamente são ocupados por mulheres, e é por isso que o relatório faz essa ponderação aí do potencial impacto ser diferente para pessoas do sexo feminino, versos pessoas do sexo masculino. Mas vamos lá para uma... vamos evoluir um pouquinho na nossa conversa.
O ponto aqui é que esses efeitos potenciais da inteligência artificial, eles vão variar, obviamente, entre grupos de países por diferentes níveis de renda, como a gente já viu, países de baixa renda têm um potencial de 0, 5, 0, 4% de impacto da inteligência artificial, enquanto que países de alta renda, cerca de 5,5% de todas as ocupações podem ser impactadas pela inteligência artificial. Isso diz, fala que enquanto que países em desenvolvimento, a infraestrutura digital e a força de trabalho qualificada podem ser um ativo, eles também estão mais expostos a esse efeito de automação, porque quando ele fala assim, a força de trabalho qualificada, na maioria das vezes, a gente pensa em trabalhadores entre aspas do conhecimento, não tanto trabalhadores manuais ou operações mais manuais. Então tudo aquilo que é possível fazer, se a gente for parar para pensar com a nossa cabeça, conhecimento, criação, escrita de texto ou mesmo edição de vídeo, tem um potencial de ser impactado, ou de ser substituído, ou de ser utilizado ou de ser modificado por conta da inteligência artificial. Então, esse vídeo aqui poderia ser 100% gerado por inteligência artificial, tanto texto, quanto a imagem, quanto a edição.
Ou seja, é um impacto significativo na minha forma de trabalhar, na minha forma, de se comunicar. Então, por isso, que essas capacações, essas profissões, não chamam assim, que são mais qualificadas, mais trabalhadores mais do conhecimento, podem ser um ativo para esses países em desenvolvimento, mas também, ao mesmo tempo, podem sofrer um impacto significativo em comparação as demais por conta do uso da inteligência artificial. Mas, quais são as oportunidades da isso? Se deve estar se perguntando agora.
Bom, quando a gente fala de uma nova onda de tecnologia, se essas novas ondas de tecnologia forem gerenciadas corretamente, elas podem impulsionar muitas oportunidades de crescimento. Agora, sim, só de curiosidade, eu lembrei enquanto eu falava isso aqui com você, se a gente voltar alguns anos atrás, no uso da rede social, ou seja, antes das redes sociais e depois das redes sociais. Antes das redes sociais, a gente não tinha a profissão, as ocupação de entre aspas social media ou pessoa responsável por gerenciar redes sociais de outras pessoas ou de outras empresas. Com o avanço, com a crenção, com desenvolvimento, com o acesso massivo, as redes sociais, essa nova ocupação passou a existir.
Então, em teoria, mais pessoas tiveram acesso a uma fonte de renda. Então, eu estou usando esse exemplo, talvez não seja o melhor exemplo para a gente falar aqui, mas eu acho que é o único exemplo que me vier em mente. Mas eu estou usando esse exemplo aqui para a gente mostrar como que, quando alguma coisa é feita bem gerenciada, vamos chamar assim, ela pode impulsionar oportunidades de crescimento. No passado, para a gente continuar no nosso conteúdo, avanços tecnológicos, eles deram origens às novas e bem sucedidas indústrias em muitos países.
Desde uma linha de montagem dos carros gerou toda uma nova indústria, do petróleo, do está da borracha, mecânico, fabricação de peças, fundição. Então, tem toda uma cadeia produtiva por trás daquela linha de montagem da década de 1900, lá no início do século 20. Então, é bem interessante que a gente fica ligado, se não é, fique de olho nessas oportunidades aí. Mas qual é a participação ou qual é o impacto?
A participação que as pessoas podem ter nisso tudo. Quando a gente fala de que esses avanços tecnológicos tendem a ser mais percebidos, mais sentidos no local de trabalho. E geralmente, eles são melhor abordados, melhor gerenciados nos locais de trabalho, nas organizações, nas empresas. Então, se as pessoas puderem participar do desenho, da criação, da concepção e da implementação e do uso dessas novas tecnologias, o efeito potencial negativo nas condições de trabalho, ele pode ser eliminado, reduzido muito.
Ou seja, a gente pode ter efeitos potenciais positivos muito maiores, se houver essa participação. Só que para existir essa participação das pessoas ativa, nesse processo de design, de implementação, de utilização da tecnologia, as pessoas precisam estar familiarizadas com essas tecnologias. O que eu chamo assim é bem comum a gente achar esse termo em qualquer lugar que a gente pesquise, é a alfabetização digital. Não simplesmente ser um consumidor de conteúdo, mas ser capaz de interagir e utilizar, ser um usuário efetivamente desses dessas ferramentas tecnológicas que estão disponíveis.
Então, a gente tem um desafio aí, que na minha percepção é uma oportunidade de capacitar as pessoas ou alfabetizá-las digitalmente, para que elas possam aproveitar essa onda de oportunidades que vai acontecer com certeza por conta da inteligência artificial. Um outro ponto para a gente ficar de olho aqui é justamente o que a gente vai falar quando sobra os comparativos de sexo, no caso da desigualdade. A automação, a gente já viu e está lá no relatório, ela pode ameaçar alguns avanços feitos nas últimas décadas no aumento da participação feminina no mercado de trabalho. Então, a gente já viu que essas profissões mais majoritariamente femininas ou mais majoritaramente que nós temos mais mulheres participando, atuando, elas podem se ofreir um impacto maior.
Já que, obviamente, essas ocupações aí, elas têm um potencial maior de serem automatizadas por conta da inteligência artificial. Qual é o desafio aqui para países de baixa renda? Bom, países, enquanto que esses países de alta renda, eles já têm uma inteligência, uma infraestrutura digital e uma força de trabalho qualificada, e isso, de fato, pode ser um ativo, em países de baixa renda, a gente pode ter um impacto um pouco maior. Não tanto na qualidade ou na quantidade de ocupações, mas em como que esses países ou essas pessoas que moram, nesses países vão aproveitar essas oportunidades.
Porque isso tem relação com a infraestrutura disponibilizada pelo país, e aí eu estou falando de cabos, post, fiação, fibra ótica, acesso à internet, acesso à educação para a utilização dessa internet e dessas ferramentas digitais. Então, esses países de baixa renda por conta dessas dificuldades estruturais podem ter uma dificuldade de aproveitar esse desenvolvimento, nesse momento da história. O problema em demorar para aproveitar isso é que eles podem perder a oportunidade de melhorar sua própria produtividade interna e, como consequência, gerar um aumento de rela para a população. O que fica aqui nesse vídeo das considerações gerais é que a inteligência artificial generativa é uma realidade, dificilmente a gente vai voltar atrás.
Como sei lá, eu faço analogia com fogo, quando o ser humano começou a utilizar o fogo, ele percebeu que tinha uma utilidade, na maioria da vez, ele não deve ter pensado que não vou mais usar isso aqui. Não, ela está aí, ela é uma realidade, a gente precisa saber como utilizar ela, a gente precisa ser capaz de aproveitar as oportunidades que surgem com o desenvolvimento dessas novas tecnologias. E, para isso, no meu ponto de vista, o único caminho é que a gente precisa se manter aprendendo constantemente, se atualizando constantemente para ser um usuário e não simplesmente um consumidor do que é produzido pela inteligência artificial. Certo?
Bom, era esse o conteúdo, para esse vídeo aqui na Hegacadama. Eu espero que você tenha gostado. Se você é novo por aqui, é nova por aqui, considera-se escrever ativais notificações, porque talvez você não saiba mais 87,5% das pessoas que acessam e consomem o conteúdo do Hegacadama. Aqui nas redes sociais não são inscritas no canal no YouTube, nem no Spotify.
Falando isso, estamos disponíveis também no Spotify. O ponto aqui é que se você puder se inscrever ativais notificações, ajuda bastante o canal, acrescer e aparecer para outras pessoas que assim como você se interessa pelo que a gente trata aqui no Hegacadama. E eu também gostaria de te convidar para acessar o rhacadama.com.br e conhecer todos os programas que a gente tem lá, plataforma de educação online, para você desenvolver habilidades para o futuro do Hegac, os serviços e a soluções para empresas. Tá bem?
Bom, era isso. Te vejo no próximo conteúdo. Até mais, tchau.
