Course Hive
Search

Welcome

Sign in or create your account

Continue with Google
or
Teoria de Peplau: Relação Terapêutica, Identidade Profissional e Processo de Enfermagem
Play lesson

Curso de Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiátrica - Teoria de Peplau: Relação Terapêutica, Identidade Profissional e Processo de Enfermagem

4.0 (4)
36 learners

What you'll learn

This course includes

  • 1 hours of video
  • Certificate of completion
  • Access on mobile and TV

Summary

Full Transcript

Como sair do papel de “vigia” do modelo manicomial e assumir, de fato, a identidade de terapeuta em Saúde Mental? Este vídeo apresenta a Teoria das Relações Interpessoais de Hildegard Peplau, um dos pilares da Enfermagem Psiquiátrica, conectando teoria e prática na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Ao longo do vídeo, você vai ver: A transição histórica: do modelo manicomial ao cuidado psicossocial em liberdade Quem foi Hildegard Peplau e por que ela é considerada a primeira grande teórica da Enfermagem depois de Florence Nightingale A ideia central da teoria: o relacionamento não é parte da terapia, o relacionamento é a terapia A enfermagem como processo interpessoal e experiência compartilhada, em que a pessoa em sofrimento psíquico é protagonista do próprio cuidado As 4 fases da relação terapêutica segundo Peplau: Orientação Identificação Exploração Resolução Como essas fases se articulam com o Processo de Enfermagem / SAE: Orientação ↔ Coleta de dados Identificação ↔ Diagnósticos de Enfermagem (NANDA-I) Exploração ↔ Planejamento e Implementação (NIC) Resolução ↔ Avaliação (NOC) Os principais papéis do enfermeiro na teoria de Peplau (estranho, recurso, educador, líder e, especialmente, conselheiro) O que significa ser conselheiro: não é “dar conselhos”, mas utilizar técnicas avançadas de comunicação e escuta não julgadora Como uma boa relação terapêutica: qualifica a coleta de dados torna os diagnósticos NANDA mais precisos enriquece as intervenções NIC com vínculo, apoio e acolhimento amplia os resultados NOC (autoestima, enfrentamento, autonomia) A importância do autoconhecimento do profissional: não há cuidado em profundidade sem olhar para a própria história, preconceitos e limites A centralidade da Enfermagem na RAPS: o uso de si mesmo como principal instrumento terapêutico no cuidado em liberdade, no território Este vídeo dialoga com a Reforma Psiquiátrica Brasileira, a Luta Antimanicomial e os princípios do SUS, reforçando uma prática de Enfermagem crítica, ética e humanizada. 📌 Para quem é este vídeo? Estudantes de Enfermagem (graduação e pós) Enfermeiros(as) que atuam em CAPS, UBS, ESF, urgência, internação psiquiátrica e outros pontos da RAPS Docentes que trabalham com relacionamento terapêutico, comunicação e teorias de Enfermagem em Saúde Mental 🔔 Inscreva-se no canal, curta o vídeo e compartilhe com quem também está construindo uma Enfermagem em Saúde Mental centrada na relação e no cuidado em liberdade. Nos comentários, responda: Que tipo de terapeuta você se propõe a ser na sua prática em Saúde Mental?

Course Hive

Continue this lesson in the app

Install CourseHive on Android or iOS to keep learning while you move.

Related Courses

FAQs

Course Hive
Download CourseHive
Keep learning anywhere