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Comunicação Terapêutica: Quando Ouvir Também é Cuidar
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Curso de Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiátrica - Comunicação Terapêutica: Quando Ouvir Também é Cuidar

4.0 (4)
36 learners

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  • 1 hours of video
  • Certificate of completion
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Algumas das ferramentas mais potentes em saúde mental não vêm em forma de remédio ou tecnologia. Elas estão no jeito como a gente olha, escuta e fala com quem busca cuidado. Neste vídeo do Conexão Saúde Mental, eu apresento o conceito de comunicação terapêutica e mostro, de forma prática, como essa forma especial de se comunicar é central para o trabalho em enfermagem e saúde mental, especialmente na Atenção Básica e nos CAPS. A partir de autores clássicos da enfermagem, como Maria Júlia Paes da Silva, discutimos como a comunicação é, em si, uma intervenção de cuidado. Ao longo do vídeo, você vai ver: a diferença entre uma conversa do dia a dia e a comunicação terapêutica a ideia de comunicação terapêutica como relação intencional, com objetivo claro: o cuidado por que ela é fundamental no primeiro contato com alguém em sofrimento psíquico, seja na UBS ou no CAPS o papel do vínculo como base do cuidado em liberdade, na perspectiva da Reforma Psiquiátrica um “estojo de ferramentas” da comunicação terapêutica: escuta ativa (estar presente, de corpo e alma) validação dos sentimentos (“isso que você sente faz sentido”) paráfrase (devolver com outras palavras, para checar compreensão) o uso terapêutico do silêncio, como espaço para a pessoa respirar e elaborar o que costuma atrapalhar (ou destruir) o vínculo: minimizar o sofrimento (“isso não é nada”) dar conselhos rápidos sem escuta infantilizar, ameaçar ou moralizar um exemplo concreto de acolhimento ruim x acolhimento terapêutico, mostrando como pequenas mudanças de frase mudam tudo a ideia de que comunicação é remédio relacional: algo que se aprende, treina e aperfeiçoa, e não um “dom” que a pessoa tem ou não tem No final, o vídeo reforça uma virada importante: antes de qualquer protocolo, técnica ou procedimento, é a qualidade da nossa presença e da nossa escuta que abre (ou fecha) a porta para o cuidado acontecer. Se você é estudante ou profissional de enfermagem, psicologia, serviço social, medicina, educação física, terapia ocupacional ou atua no SUS, CAPS, RAPS, esse vídeo ajuda a transformar a forma como você compreende seus próprios encontros clínicos. 🔔 Inscreva-se em Conexão Saúde Mental (@ConexãoSaúdeMental) para mais conteúdos sobre clínica, SUS, saúde mental e práticas de cuidado. 👍 Curta o vídeo se ele te ajudou a enxergar a comunicação como parte do tratamento, e não só como “conversa”. 💬 Comenta aqui: qual frase ou postura você percebe que mais ajuda (ou atrapalha) suas conversas com usuários em sofrimento? 📤 Compartilhe com colegas de enfermagem, equipes de UBS, CAPS, NASF, residentes e estudantes das áreas da saúde. ConexãoSaúdeMental #ComunicaçãoTerapêutica #Vínculo #Enfermagem #SaúdeMental #SUS #RAPS #ClínicaPsicossocial

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