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O que é justiça para a Filosofia? Antes de entrar em qualquer teoria específica de um filósofo, é interessante pensar na Justiça enquanto valor. Um bom início para pensar esse conceito, é resgatar a mitologia greco-romana. Havia duas deusas gregas, Diké e Themis, a representar a justiça – a romana é mais parecida com o modo como a conhecemos: Justitia. Todas elas costumam ser representadas desta maneira: uma mulher vendada, com uma balança em uma das mãos e com uma espada em outra. O que representam esses símbolos? • Venda: imparcialidade na decisão, afinal a Justiça não se interessa pessoalmente em quem está envolvido. • Balança: equilíbrio, que pode ser tanto em forma de manutenção, quanto em forma de restituição. Manter significa deixar a ordem como está e fazer o necessário para que assim permaneça – seguir o correto, por exemplo. Restituir significa fazer a ordem voltar ao normal quando algo ou alguém a desordena. • Espada: execução das duas ações anteriores fazendo o uso da força coercitiva, isto é, a despeito da vontade das partes envolvidas. O diferencial da justiça é justamente o uso da força. É, aliás, necessário para ser impessoal, ou seja, não depender da vontade das partes envolvidas. A Justiça, assim, é a instituição (manutenção ou restituição) do equilíbrio, mediante o uso da força coercitiva, de modo impessoal e imparcial. Mas como saber o que é ou não é justo? ► Sumário Introdução (00:00) 1. Vingança (7:05) 2. Justiça e Mitologia (25:24) 3. Justiça e Filosofia (30:54) Resumo (44:17) ► Playlist completa do Curso: https://tinyurl.com/e4b5uktc ► Links importantes: • Entre para o Clube INÉF: hhttps://www.istonaoefilosofia.com/clube-inef/ • Instagram: https://tinyurl.com/inefinstagram • Telegram: https://tinyurl.com/ineftelegram
