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O racionalismo ético é a ideia de que a razão humana adquire lugar central na vida ética. Duas correntes principais formam essa tradição: a intelectualista e a voluntarista. Para a primeira, a razão se manifesta pela inteligência ou intelecto. Para a segunda, a razão se manifesta pela vontade. As duas correntes concordam que somos seres, por natureza, não somente racionais, mas passionais – plenos de apetites, desejos, impulsos, todos cegos, tendendo à desmedida e ao exagero. À razão cabe estabelecer os limites e controles. A Ética, assim, apresenta-se como trabalho do intelecto e da vontade para dominar e controlar as paixões. Para o emotivismo ético, o fundamento da vida ética é a emoção, não a razão. Algumas teorias éticas, inclusive, são conhecidas como irracionalistas, devido à crítica profunda que dirigem aos fundamento da concepção racionalista. Vejamos duas concepções: a de David Hume e a de Nietzsche. ► Sumário Introdução (00:00) 1. Racionalismo ético (3:24) 1.1 Intelectualismo ético (5:26) 1.2 Voluntarismo ético (7:36) 1.3 Necessidade, desejo e vontade (12:10) 2. Emotivismo e irracionalismo éticos (28:45) 2.1 David Hume e as paixões fortes e fracas (29:12) 2.2 Nietzsche e o procedimento genealógico (35:50) 2.3 Leitura de comentários (46:18) Resumo (51:43) ► Playlist completa do Curso: https://tinyurl.com/e4b5uktc ► Links importantes: • Entre para o Clube INÉF: hhttps://www.istonaoefilosofia.com/clube-inef/ • Instagram: https://tinyurl.com/inefinstagram • Telegram: https://tinyurl.com/ineftelegram ► Bibliografia utilizada: CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 12ª ed. 5ª imp. São Paulo: Editora Ática, 2002. HUME, David. Tratado da natureza humana: uma tentativa de introduzir o método experimental de raciocínio nos assuntos morais. Tradução de Débora Danowski. 2º ed. rev. e ampliada. São Paulo: Editora UNESP, 2009. LIMA, Vitor. Francis Bacon e David Hume. Aula 18. História da Filosofia, INÉF, 2020. _________. Nietzsche. Aula 25. História da Filosofia, INÉF, 2020. NIETZSCHE, Friedrich. Além do bem e do mal ou o prelúdio de uma filosofia do futuro. Tradução de Márcio Pugliesi. São Paulo: Hemus Editora, 1981.
