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Videoaula da disciplina Algoritmos e Estruturas de Dados III no curso de Ciência da Computação da PUC Minas - 2021 ---------------------- A transferência (leitura e escrita) de dados para dispositivos externos (como a memória secundária) é feita por meio de fluxos de bytes. Assim, todos os dados, independentemente do seu tipo, deve ser convertidos em sequências de bytes que possam ser enviadas ou recebidas por meio desses fluxos. ---------------------- Quando precisamos ler ou escrever dados em um arquivo, precisamos abrir um fluxo de bytes para ele. Se formos ler dados, devemos abrir um fluxo de leitura. Se formos escrever dados, devemos abrir um fluxo de escrita. O nosso próximo vídeo esse conceito dos fluxos. Os fluxos de entrada, portanto, são usados para entrada de dados no programa (a partir de um arquivo) e os fluxos de saída são usados para a saída de dados do programa (para um arquivo). A perspectiva adotada é sempre a do programa (e não do arquivo). Os fluxos são abstrações que independem do tipo de memória secundária usado. Assim, você pode, por exemplo, trocar o HDD do seu computador por um SSD sem precisar mudar nada nos seus programas. Mas a questão mais importante aqui é você guardar que a transferência de dados do/para o programa é feita por meio de fluxos de bytes e que, assim, tudo tem que ser convertido em bytes. Na verdade, as linguagens de programação também oferecem fluxos de caracteres, mas, assim como arquivos destinados a outros fins (imagens, vídeos, audios, etc.), isso está fora do escopo da nossa disciplina. Também é importante que você se lembre também que os fluxos funcionam melhor quando o acesso é sequencial (não pelo fluxo em si, mas pelas características da memória secundária).
